OS PONTEIROS

Quando na tua meia-noite os ponteiros se beijarem, Joana, lembre-se da alegria daqueles dias.

Esqueça as palavras que sempre fazem morrer os sonhos e as mãos sem sentido que sempre apontam o fim dos caminhos.

Lembre apenas as manhãs que nasceram entre as nossas mãos tranquilas, apenas as palavras crianças que vestiram de sons os nossos lábios calados – esquece o resto, porque nada mais importa.

 

Teu corpo prometido ao meu Teu corpo prometido ao meu Plano de Viagem Home